sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Estudo vai identificar potencialidades das principais cadeias produtivas do agronegócio no Tocantins

         Com o propósito de auxiliar no apontamento do cenário atual, demandas e características das principais cadeias de produção do agronegócio no Tocantins, uma equipe técnica da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden) recebeu, na tarde dessa quarta-feira, 9, o gerente da Unidade de Defesa dos Interesses da Indústria da Federação da Industria do Tocantins  (Fieto), José Roberto Fernandes, acompanhado dos consultores responsáveis pela realização de um estudo acerca das potencialidades destas cadeias.

        O estudo é uma iniciativa da Fieto com apoio do Governo do Tocantins, por meio de aporte financeiro aprovado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico do Tocantins (CDE-TO) - órgão vinculado à Seden. O trabalho está sendo realizado pela empresa de consultoria Markestrat, cujos representantes, Flavio Runke Valério e Tássia Gerbasi, estão no Tocantins nesta semana colhendo informações e dados relevantes para compor três relatórios distintos englobando seis cadeias produtivas: da soja, do milho, da pecuária, do arroz, da silvicultura e da piscicultura.
         Gestor da Seden e presidente do CDE-TO, o secretário Alexandro de Castro Silva enfatizou a importância deste estudo para alavancar o desenvolvimento econômico do Tocantins. “Um estudo aprofundado destas cadeias vai facilitar a atração de investimentos e a organização destes setores produtivos. Poderemos criar as condições ideais para a industrialização, tão necessária”, considerou.

           Na oportunidade, a equipe técnica da pasta, liderada pelo superintendente de Desenvolvimento Econômico, Vilmar Carneiro, apresentou aos consultores informações, expectativas, desafios e avanços alcançados pelo Estado no que tange às cadeias de produção. Em sua abordagem, Vilmar destacou a ampliação da oferta de matérias-primas como fator primordial para a atração de unidades de processamento. Desafios e oportunidades nos setores de logística, armazenamento e acesso ao mercado externo também foram destacados na explanação.
            De acordo com a consultora Tássia Gerbasi, o objetivo principal desta reunião foi conhecer como as cadeias, alvo do estudo, estão posicionadas no Estado. Segundo ela, a primeira etapa do trabalho engloba o diagnóstico que está sendo feito; em seguida, virá a análise dos dados levantados para definição de metas; depois, serão traçadas as estratégias para atingir as metas estabelecidas e, por fim, definidas as prioridades de execução. 

           Ao final do estudo, previsto para dezembro, terão sido elaborados três relatórios, sendo o primeiro sobre as cadeias de soja e milho; depois sobre pecuária e arroz e; por último, um relatório englobando as cadeias da silvicultura e piscicultura.
          Além da Seden, as secretarias de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro); e do Planejamento e Orçamento (Seplan) também serão fonte de informação para o estudo da Fieto.