segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Porto Nacional obtém o 29º melhor indicador de gestão fiscal do País

O município de Porto Nacional é o 29º município no País no ranking de indicadores de gestão fiscal em 2017,baseado na referência de 2016, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O município, por consequência, é o líder do ranking estadual com indicador 0,7695, conceito B (boa gestão). 

          levantamento foi divulgado ontem. O levantamento usa o Índice Firjan de Gestão Fiscal (http://www.firjan.com.br/ifgf/)(IFGF), ferramenta de controle social que tem como objetivo estimular a responsabilidade administrativa, em busca de maior aprimoramento da gestão fiscal dos municípios, assim como o aperfeiçoamento das decisões dos gestores públicos quanto à alocação dos recursos.
         O relatório da Firjan mostra que o Tocantins foi o estado da região Norte com maior número de municípios com boa gestão fiscal. Ao todo, 17 municípios do Tocantins alcançaram conceito B (entre 0,6 e 0,8 ponto). Nenhum município alcançou indicador excelente (conceito A para indicador superior a 0,8). Palmas alcançou 0,5746 o que a deixou no 23º lugar no ranking estadual e 876º no nacional. O índice da Capital  é de conceito C (gestão com dificuldade), segundo a Firjan. A média do índice entre os municípios do Tocantins foi 0,5039. O indicador mais baixo foi de 0,2915 obtido por Ananás.
       Primeira colocada no IFGF foi a cidade de Gavião Peixoto (SP) que conseguiu se destacar, segundo o levantamento, com uma boa capacidade de geração de receita própria. O município, assim como os demais do topo do ranking, conseguiu se diferenciar dos últimos colocados principalmente em relação à liquidez, investimentos e gastos com pessoal. Já as capitais tiveram nota média superior à nacional, estando 25 delas entre as 500 mais bem colocadas no índice.  O Índice FIRJAN de Gestão Fiscal, criado em 2006, faz um diagnóstico de como os municípios administram os recursos públicos, estimulando uma cultura de responsabilidade fiscal. 
       Para isso, o IFGF analisa cinco variáveis: receita própria, gastos com pessoal, investimentos, liquidez e custo da dívida. O índice é construído a partir dos resultados fiscais das próprias prefeituras, ou seja: informações de declaração obrigatória e disponibilizadas anualmente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).