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SEMANA DA CULTURA DE PORTO NACIONAL EDIÇÃO 2017, DE 21 A 25 DE JUNHO - ACESSE E CONFIRA MAIS INFORMAÇÕES !!!!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Prefeito Joaquim Maia participa de Debate da Comissão de Reordenamento do Estado do Tocantins - CENOVO


        O Prefeito Joaquim Maia, participou na tarde desta sexta 23, da segunda reunião da CENOVO - Comissão Especial de Estudo para o Novo Ordenamento Econômico, Administrativo, Social e Político do Tocantins.


         O representante do executivo portuense, destacou a importância do debate que gira em torno de questões de ordem econômica e estruturante no estado do Tocantins, e que conta com a participação de instituições, federações e sindicatos no sentido de buscar caminhos para o desenvolvimento de políticas públicas eficientes.



      “ É importante participarmos dentro dos projetos de planejamento e estruturação do Estado, e esses encontros da Comissão presidida pelo Deputado Paulo Mourão, propõe ouvir os seguimentos e obter opiniões que levem ao crescimento de forma ordenada e participativa”. Pontuou, Joaquim Maia.




         O encontro aconteceu até as 19 hrs, no auditório do campus da UFT de Porto Nacional, e contou com debates,oficinas e palestras que giraram em torno de cinco temáticas: I) Política de Desenvolvimento, Projetos Estruturantes de Investimentos. Cadeias produtivas e Sustentabilidade Ambiental; II) Política Fiscal, Tributária, de Pessoal e Previdenciária; III) Política de Ciência, Tecnologia, Inovação, Educação e Cultura empreendedora; IV) Política de Segurança Pública, Defesa e Inclusão Social; V) Política de Saúde e Bem Estar.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Acontece hoje a abertura oficial da 37ª Semana da Cultura, com show de Zé Geraldo


        É hoje, quinta, 22, o grande show do cantor Zé Geraldo em Porto Nacional. Sua apresentação faz parte da programação da 37ª Semana da Cultura. Zé Geraldo é o autor e intérprete de grandes sucessos como "Cidadão", "Senhorita", "Milho Aos Pombos", "O Profeta", "Como Diria Dylan", "Reciclagem" e muito outras músicas que marcaram época.



       No seu segundo dia, a Semana da Cultura apresenta uma extensa programação. Iniciou o dia com o roteiro Geo Turístico pelas ruas do centro histórico, em seguida no Espaço Ariano Suassuna (montado na orla) vem acontecendo apresentações teatrais, exibições de curta metragens, palestras, lançamentos de livros, show com Nelson Jr e uma animada roda de conversa. Às 21h40, terá apresentação da banda Mestre Adelino e a chegada da Folia de Reis.


Abertura oficial



       A 37ª Semana da Cultura, que teve início ontem, terá a sua abertura oficial hoje, às 22h, no auditório Pedro Tierra, com a apresentação da orquestra Viva Música, da UFT. No momento haverá a entrega da Comenda Dr. Francisco Aires, a cidadãos portuenses que prestaram serviços relevantes ao Município. Em seguida acontecerá a abertura oficial do evento pelo prefeito Joaquim Maia e autoridades.



Show


      Às 23h30, no palco que leva o nome do músico JL do Acordeon, terá início o grande show do cantor Zé Geraldo.
      Mais um dia de muita cultura e entretenimento que tem envolvido os estudantes do município e região que estão chegando em caravanas.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

37ª Semana da Cultura de Porto Nacional tem inicio com alvorada festiva e caminhada cultural.


      O sol nem havia nascido no horizonte e a tradicional Banda Mestre Adelino já percorria o Centro Histórico com alvorada festiva para dar as boas-vindas à 37ª Semana da Cultura, que começa hoje, 21, e vai até domingo, 25.


      Após a alvorada, todos participaram de um café da manhã no Museu de onde partiram, com a comitiva dos Bonecos Gigantes, na companhia do prefeito Joaquim Maia, da Primeira Dama, Aline Maia e do vice-prefeito Ronivon Maciel, para uma caminhada cultural pelo centro da cidade, finalizando na Praça do Centenário.



Secretaria da Fazenda vai implantar a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica

     A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) dá mais um passo rumo à modernização da estrutura fiscal no Estado. Será lançada, nos próximos dias, a modalidade Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), alternativa totalmente eletrônica para substituir os atuais documentos fiscais em papel utilizados no varejo, os conhecidos cupons fiscais e a nota fiscal de venda ao consumidor.

     A NFC-e já está funcionando em seis estabelecimentos de Palmas-TO como projeto-piloto do novo conceito em emissão de nota fiscal. Participam do projeto as empresas varejistas Encanel Home Center, Denin Store, Damyller, Santo Sabor, Sherwin Williams do Brasil, e Posto Farol 1.
    Com a NFC-e, o consumidor pode receber a nota fiscal da compra por e-mail, visualizar por meio de QR code (nesse caso, o contribuinte deve baixar o aplicativo em seu smartphones ou tablets), ou poderá também consultar via portal Sefaz http://www.sefaz.to.gov.br/cidadao/outros/nfc-e---nota-fiscal-de-consumidor-eletronica.

    De acordo com Guilherme Sales, diretor da Receita da Secretaria da Fazenda, com a NFC-e, haverá mais controle fiscal do varejo, já que a informação será em tempo real dos documentos fiscais, o que “possibilitará monitoramento a distância das operações, cruzamento de dados e auditoria eletrônica”.
Benefícios
       São inúmeras vantagens da NFC-e tanto para o contribuinte que diminui a burocracia, quanto para o Fisco que possibilita o aprimoramento do controle fiscal. O consumidor também é beneficiado por ter acesso às suas notas fiscais que estarão armazenadas em bancos de dados disponíveis no portal da Sefaz.
      Para as empresas, os benefícios vão, desde a redução de custos com dispensa de obrigatoriedade de adoção de equipamento fiscal para emissão de NFC, até flexibilidade de expansão de pontos de venda no estabelecimento sem necessidade de obtenção de autorização do Fisco. Além disso, redução significativa dos gastos com papel, simplificação de obrigações acessórias (dispensa de redução Z, leitura X, mapa de caixa, aposição de lacres, e registros em atestados de intervenção).

        Para o consumidor, entre os vários benefícios, está a possibilidade de consulta em tempo real ou on-line de suas NFC-e no portal da Sefaz, segurança quanto à validade e à autenticidade da transação comercial; receber o resumido por e-mail ou SMS.
Como surgiu
     O documento fiscal eletrônico surgiu com o Projeto da Nota Fiscal Eletrônica, que tinha como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emissor.
      O Projeto NFC-e propõe o estabelecimento de um padrão nacional de documento fiscal eletrônico, baseado nos padrões técnicos de sucesso da Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55, todavia adequado às particularidades do varejo.

Governo segue com oficinas técnicas sobre o Zoneamento Econômico Ecológico do Tocantins

       As oficinas técnicas participativas regionais do projeto de Zoneamento Econômico Ecológico (ZEE) do Tocantins seguem ocorrendo nas diferentes regiões do Estado. Nessa terça-feira, 20, a cidade de Dianópolis foi beneficiada com a oficina oferecida pelos técnicos da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e do Consórcio Senografia-Detzel-Hardt.

       A oficina técnica teve por objetivo a troca de informações entre os atores sociais e técnicos da Seplan sobre a realidade regional nas questões que envolvem a utilização e gestão de recursos naturais, o desenvolvimento econômico sustentável, e ordenamento territorial no Tocantins, de forma a subsidiar a elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do Tocantins.
        Durante o evento, os técnicos da Seplan informaram aos participantes a finalidade de elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico em âmbito estadual, ressaltando aspectos legais e institucionais desse instrumento de planejamento territorial, bem como a necessidade de participação social no processo de elaboração do ZEE do Tocantins.
      Sobre o trabalho de elaboração do ZEE-TO, os técnicos do Consórcio Senografia-Detzel-Hardt destacaram os aspectos metodológicos, etapas e resultados parciais. Na ocasião ressaltaram também alguns resultados das etapas finalizadas. Este conjunto de informações comporá uma ferramenta de apoio ao planejamento para a gestão pública e será disponibilizado a toda a sociedade.

      De acordo com Rodrigo Sabino, responsável técnico pela condução do ZEE da Seplan, até o momento todos os eventos contaram com ampla participação de entidades do poder público, setor privado e instituições não governamentais, além de representantes de movimentos sociais e segmento produtivo que contribuíram para o enriquecimento do debate.
     “Aberta para participação de representantes institucionais não governamentais, bem como de pessoas interessadas em questões sobre recursos naturais e planejamento territorial, as oficinas técnicas são a principal ferramenta utilizada para informar, discutir e ouvir todos os setores da sociedade”, destacou Sabino.
       Já Cecília Amélia, analista técnica da Seplan que integra a equipe condutora do ZEE, reforça a participação popular. “O objetivo da participação social no processo de elaboração do Zoneamento Ecológico Econômico do Estado oportuniza uma construção mais próxima das realidades regionais e locais”, afirmou.
     Além de Dianópolis, já foram realizadas oficinas em Augustinópolis, Araguaína, Colinas do Tocantins, Pedro Afonso, Lagoa da Confusão e Gurupi. Na quinta feira, 22 de junho, será realizada a oficina regional do ZEE da Região do Jalapão, na cidade de Novo Acordo. Por fim, na última semana de junho serão realizadas duas oficinas na Capital – regional e institucional.

         Para a oficina regional de Palmas está prevista a participação de atores sociais que representam instituições sediadas na região central do Tocantins. Já a mobilização e convites às prefeituras e câmaras municipais, bem como as organizações não governamentais e movimentos sociais estão em curso desde 19 e segue até o dia 21 de junho, por meio da atuação de técnicos da Seplan e do Consórcio executor.
O que é Zoneamento Ecológico Econômico
       De acordo com a Lei nº 6.938 que institui a Política Nacional de Meio Ambiente, o ZEE é um instrumento de planejamento do uso do solo e gestão ambiental que consiste na delimitação de zonas ambientais e atribuição de usos e atividades compatíveis segundo as características (potencialidades e restrições) de cada uma delas, visando o uso sustentável dos recursos naturais e o equilíbrio dos ecossistemas existentes.
       A elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Tocantins está sendo conduzida pela Seplan e executada pelo consórcio Senografia-Detzel-Hardt, contratado por meio do Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS).
      Os trabalhos para elaboração do Plano Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Tocantins têm por objetivo geral propor um planejamento do uso das paisagens e subsidiar a política de ordenamento territorial. As atividades foram iniciadas em meados de 2015 e devem ser concluídos no primeiro semestre do ano de 2018.

Planejamento dá início a Projeto de Capacitação Profissional aos municípios tocantinenses

      O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento, em parceria com a Associação Tocantinense de Municípios (ATM) e o Instituto Federal do Tocantins, oferta nesta terça e quarta-feira, 20 e 21, treinamento sobre o Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasses (Siconv), com foco em projetos, captação de recursos federais, inclusão de propostas e processo de compra. Financiado pelo Banco mundial, os cursos serão realizados em oito municípios do Tocantins, contemplando as diversas regiões do Estado. O primeiro encontro ocorre em Araguatins e beneficiará 13 cidades da região.

      Os treinamentos são realizados pela Diretoria de Gestão e Captação de Recursos, unidade gestora da Rede Siconv no Tocantins, por meio do acordo de cooperação técnica com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que primeiramente disponibilizou formação para os técnicos da diretoria onde se tornarão multiplicadores da Rede.
      Criado em 2008, o Siconv tem os objetivos de desburocratizar e dar mais transparência às transferências voluntárias da União para estados, municípios, Distrito Federal e entidades privadas sem fins lucrativos. Já as capacitações têm por objetivo alcançar os 139 municípios do Estado. Em Araguatins, o curso atende as cidades de Augustinópolis, Axixá, Buriti do Tocantins, Cachoeirinha, Carrasco Bonito, Esperantina, Praia Norte, Sampaio, São Bento do Tocantins, São Miguel do Tocantins, São Sebastião do Tocantins e Sítio Novo do Tocantins e Araguatins.
          Nesta primeira turma, serão capacitados 30 técnicos, com aulas teóricas e operacionais.

89% dos Internautas fizeram compras ONLINE no ultimo ano segundo estudo SPC BRASIL E CNDL

43% dos consumidores online estão usando mais a internet para fazer compras do que há um ano; 87% ficaram satisfeitos com a última compra, mas 30% têm receio de não receber o produto
     Fazer compras pela internet já se tornou um hábito do internauta brasileiro, independentemente do gênero, idade ou classe social. É o que revela um estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) nas 27 capitais do país. De acordo com esse levantamento, 89% dos internautas realizaram ao menos uma compra online no último ano, percentual que se mantém elevado em todos os estratos sociais analisados, mas ganha destaque entre os homens (93%), pessoas de 35 a 49 anos (95%) e pertences às classes A e B (99%). Apenas 4% das pessoas que têm acesso à internet admitiram nunca ter feito qualquer compra online.
      Segundo a pesquisa, mesmo em um cenário de crise, a maior parte (43%) dos consumidores online (43%) aumentou a quantidade de produtos adquiridos pela internet na comparação com 2016. Para 38%, o volume se manteve estável, enquanto 18% diminuíram o número de compras feitas por esse meio.
       A percepção de que os produtos vendidos pela internet são mais baratos do que nas lojas físicas é a vantagem que o internauta brasileiro mais identifica, razão mencionada por 58% desses consumidores. Outros motivos também destacados são a comodidade por não ter de sair de casa (45%), o fato de poder fazer as compras no horário que quiser (31%) e a economia de tempo (29%). Há ainda 28% de entrevistados que citam a facilidade que a internet proporciona na comparação de preços. 
     O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, analisa que a internet está moldando cada vez mais as relações de consumo entre clientes e lojistas, ao melhorar a experiência de compra dos consumidores e, também, ao potencializar transformações no modelo de negócio dos comerciantes. “A internet trouxe ao consumidor a liberdade de comprar quando e onde quiser. Se antes as pessoas tinham de ir até as lojas e demais centros de consumo, agora são os varejistas quem precisam encontrar seus clientes, oferecendo plataformas amigáveis, ofertas convidativas e informações relevantes para reter por mais tempo a atenção de potenciais compradores”, explica o presidente.
   Mas nem tudo é vantagem nas compras feitas pela internet. Quase a metade (49%) dos consumidores sondados enxerga o pagamento de frete como o lado mais negativo das compras online. Há também quem sinta falta de experimentar o produto (42%), não poder levá-lo para casa imediatamente após a compra (42%) ou então nem poder tocar ou sentir o cheiro daquilo que se está comprando (39%). A insegurança de que o produto de fato será entregue é preocupação de 30% dos internautas.
65% usam cartão de crédito para fazer compras na internet; gasto médio é de R$ 292
      A facilidade e a comodidade proporcionada pela compra online também podem estimular as compras impulsivas. De acordo com a pesquisa, 46% dos compradores admitiram não ter planejado a sua última compra pela internet, seja porque se sentiram atraídos por promoções e funcionalidades do produto (38%) ou porque estavam movidos por aspectos emocionais naquele momento (10%), como ansiedade, baixa autoestima e necessidade de agradar a si próprio. Há, ainda, 5% de entrevistados que compraram online por não terem encontrado o produto nas lojas físicas.
     Em média, o internauta brasileiro gastou R$ 292 na sua última compra online, sendo que os homens (R$ 343) gastaram mais do que as mulheres (R$ 243). Levando em consideração os últimos 90 dias anteriores a pesquisa, os consumidores realizaram três compras pela internet, em média. E na hora de pagar, o parcelamento no cartão de crédito foi o meio mais utilizado: instrumento ao qual 65% dos compradores recorreram. A média de prestações é de cinco parcelas.
      Outros meios de pagamentos utilizados com frequência foram o boleto bancário (53%) e a parcela única em cartão (45%). Ferramentas como PayPal, Moip e Pag Seguro foram usados por 31% da amostra e somente 9% fizeram compras por meio de vale-presentes. Para Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, o boleto bancário tem destaque importante entre os meios de pagamento preferidos pelo internauta. “Grande parte dos sites oferecem descontos no pagamento com boleto bancário. Além disso, ele pode ser uma boa alternativa para quem possui um limite pequeno para as compras com o cartão de crédito e não quer se comprometer com dívidas mais à frente”, explica a economista. A pesquisa mostra que entre quem pagou à vista, 44% relataram ter conseguido algum desconto.
Vestuário, ingressos, livros e celulares lideram ranking; um quarto teve problemas com as compras
     O ranking dos produtos mais adquiridos pela internet no Brasil comprova a diversidade de segmentos dos e-commerce no país. Considerando os últimos três meses, os itens mais comprados foram peças de vestuário, calçados e acessórios (35%), ingressos para shows, teatro, cinema e eventos esportivos (27%), livros – sejam eles físicos ou digitais (27%)-, celulares (24%), produtos eletrônicos (24%), artigos para casa (24%), remédios ou produtos para saúde (22%) e cosméticos e perfumes (21%). A maior parte das compras é feita por meio de computadores ou notebooks (67%), mas 21% já utilizam os smartphones para comprar online.
       Os sites das grandes redes varejistas figuram como o principal local de compra na internet (81%), seguidos dos classificados de compra e venda (42%), dos sites especializados em roupas, sapatos e acessórios (30%) e dos sites de ofertas e desconto (28%). Os sites internacionais são preferência de 28% dos compradores online.
        De forma geral, 87% internautas ficaram satisfeitos com a sua última aquisição na internet, contra apenas 4% de pessoas que ficaram insatisfeitas ou arrependidas com a experiência. Ainda assim, o estudo aponta que nem sempre o processo de compra transcorre de forma tranquila. Quase um quarto (26%) dos compradores online disse ter enfrentado algum problema ao realizar uma compra pela internet nos últimos 12 meses, sendo que os contratempos mais comuns foram a entrega fora do prazo (11%), não receber o produto (6%) e receber algo diferente do que havia comprado (6%). Há, ainda, 4% de pessoas que receberam o produto danificado.
    Entre os que tiveram problemas, 37% não conseguiram ter o problema resolvido e arcaram sozinhos com o prejuízo. Outros 60% garantiram ter conseguido solucionar o problema, geralmente com a devolução do dinheiro investido (26%) ou com a troca do produto (11%).
97% tomam cuidado para fazer compras online; nota para segurança é 7,9
     Além dos problemas no processo de entrega dos produtos. Outro problema que aflige os internautas é a questão da segurança. Nesse caso, os consumidores online dão nota 7,9 para o grau de segurança nas compras. Embora a nota seja elevada, apenas 20% dos entrevistados garantem sentir-se totalmente seguros para fazer compras na internet. “É preciso tomar cuidado com criminosos que enganam usuários com sites falsos e anúncios maliciosos que roubam dados sigilosos dos consumidores sem que eles saibam. O mercado de e-commerce já amadureceu o suficiente no Brasil para oferecer compras seguras, desde que o consumidor aja de maneira consciente. Em geral ofertas muito generosas devem ser encaradas com extremo cuidado, pois podem ser sinal de fraude”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.
     Os especialistas do SPC Brasil também alertam que os empresários varejistas que atuam na internet devem encarar o investimento em segurança digital como um dos pilares de seu negócio, seja qual for o tamanho ou ramo de atuação, a fim de garantir a integridade de seus sistemas e dos dados pessoais e bancários de seus clientes. Nesse sentido, a pesquisa demonstra que o internauta brasileiro está consciente quanto as medidas de precauções: 97% dos compradores tomam algum tipo de cuidado, como sempre comprar em sites conhecidos ou indicados (60%), imprimir ou arquivar todos os passos de compra, inclusive e-mails de informação (40%) e evitar cadastrar dados do cartão de crédito para compras futuras (37%).
    A pesquisa também procurou descobrir quais são os produtos que os entrevistados jamais comprariam pela internet. A contratação de seguros (27%), joias (27%), bebidas (16%), remédios ou produtos para a saúde (16%) e produtos eróticos (15%) são as categorias de produtos que mais afastam os consumidores nas compras pela internet. O medo de ser vítima de fraudes (39%), como adulterações e falsificações são os motivos mais mencionados entre os que rejeitam esses tipos de produtos. Há ainda pessoas que preferem ver ou sentir o produto antes de adquiri-lo (34%) e o receio de que o produto enviado seja diferente do que foi apresentado na propaganda (33%).
      “Adaptar-se rapidamente as demandas crescentes dos consumidores é o grande desafio para os varejistas que atuam no e-commerce. O consumidor online está em busca de experiências de compra que combinam praticidade, percepção de valor e satisfação com cada produto. O cenário atual sugere que é fundamental ampliar e inovar nas estratégias comerciais, incorporando a internet aos canais de atendimento, venda e pós-venda. As empresas, portanto, precisarão demarcar seu espaço no universo online a fim de não perderem relevância e competividade. Quem dita boa parte das regras nesse negócio são os clientes. Eles vão às compras no momento que julgam ser mais adequado e sempre estão em busca de preços competitivos, sem abrir mão da qualidade do produto”, afirma o presidente Roque Pellizzaro Junior.
Metodologia
       A pesquisa ouviu 673 internautas nas 27 capitais. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.
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Fonte: CNDL